quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Amor nos tempos do cólera (Ou seria Coca Cola?)

Não deixa de ser por um motivo obvio que venho aqui em plena 5 da manha redatar pensamento ou conclusões..
Não descarto a possibilidade desse tema estar me dominando a cabeça, pensamentos e coração mas não estou aqui pra fazer um diario e nem falar sobre meus sentimento :P
Mas esse assunto é muito interessantes tendo por vista duas visões entre os sexos. Darei a minha tentando ser o mais parcia possivel!

------------------------------------------------------------------------------------

 

  Sempre que tenho conhecimento das formas de romances e amores de antigamente, me vem a cabeça como isso mudou muito do tempo de minha vó para hoje, nos nossos tempos. Tudo tão superficial e tão 'pratico'. Não é a toa que vivemos em um mundo globalizado cercado de tecnologias e os famosos fast-foods  com o significado de que tudo é rapido. Quando conhecemos uma pessoa interessante em uma festa, quando chegamos em casa e mal entramos na internet e lá a solicitação dessa pessoa que você conheceu a poucas horas. Não que nisso não exista romantismo, mas perde a expectativa de um modo geral! Era tão bom quando nos comunicavamos por carta.. principalmente quando eram trocadas pelo amado. Cada expectativa, saudade e romance envolvido nisso tudo se perde com a rapidez de hoje em dia.
  De forma alguma estou querendo ser retrógrada pois com o avanço, muitas coisas vem para o bem e muitas outras para o mal e o melhor da tecnologia se perde nas pequenas coisas simples que nos encantariam. Não só por esse fato, o romance em si de antigamente.. a forma de se relacionar. Não que eu ache o maximo uma pessoa namorar escondido e apoiar a forma de que só vai casar com quem minha familia escolher e bla bla bla.. Eu falo na forma de como o homem, em si, mudou. Dificil é achar um parceiro que seu ideal seja um amor 'verdadeiro e puro', que não coloca como prioridade na base maior do relacionamento o sexo, como por exemplo e todo o afeto e carinho na base menor do equilibrio. Não digo isso reprimindo apenas o homem, mas o ser humano de forma geral. Quantas pessoas não levam a vida na boemia e pelo prazer rapido e sem sentimento. A onde estão os últimos romanticos do planeta poxa?
   O mais dificil hoje é você encontrar uma pessoa pelo o qual faz você perder os pensamento ocupados por ela, que não te deixam dormir por um longo tempo a noite e faz decrescer seu rendimento no trabalho/colégio. E quando encontramos, o que acontece? Ficamos na indecisão, pensando se de fato essa pessoa  também tem pensado em você, se ainda lhe resta o romantismo de antigamente pra tentar demonstrar esse sentimento de forma extraordinária e de repente te surpreender, que não era só você que se perdia no mundo vivendo uma só pessoa.. Que estivesse entre multidão e se sentindo sozinha e em todas as pessoas vendo ou procurando o rosto de uma só.
     Engraçado quando se vê dessa forma, ou pode-se achar que a pessoa está doida. Mas isso meus caros, eu daria o nome de paixão. Simples e objetivo. Quando se desperta em um casal, nada mais lindo que a comunhão de dois corpos em uma só coração dividindo seus sentimentos e paixão. Parece um monte de melosidades e historinhas perfeitas de conto de fadas, não que eu queira dizer que é perfeito, pois nada nessa vida e perfeito mas é algo em que todos passamos ou iremos passar em nossas vida, ter pelo menos uma paixão verdadeira.
     E é exatamente nesse ponto que eu quero chegar. Nesse mundo de hoje, onde a boemia é mais consoladora que a busca pela paixão, não vamos ir pelo caminho mais facil!! Vamos em busca do que nos pertence. E se em alguém você dispertar esse sentimento, porque nao tentar ir mais além e ver o que a vida tem de melhor a nos oferecer. Pois se o mais dificil você conseguiu, voce pode ter a boemia aliada a paixão e juntos a harmonia perfeita. 


"Quando o amor vos fizer sinal, segui-o; ainda que os seus caminhos sejam duros e escarpados. E quando as suas asas vos envolverem, entregai-vos; ainda que a espada escondida na sua plumagem vos possa ferir. "
Khali Gibran